sábado, 25 de dezembro de 2010

CONGRESSO DE CRIANÇAS

PRS GILMAR, MARGARIDA E PATRÍCIA

RESPALDO PARA O NOSSO MINISTÉRIO, DEUS HÁ DE ABENÇOAR CADA UMA DESTA CRIANÇAS EM NOME DE JESUS,ESTA É A GERAÇÃO DE FUTUROS PASTORES DA IGREJA DO SENHOR,ALELUIA.

ESTAS SÃO AS LEMBRANCIAS QUE FORAM DISTRIBUIDAS PARA QUEM PARTICIPOU DO CONGRESSO.

JUBINHA REGENDO AS CRIANÇAS, ELA TEM TALENTO,FAZ PARTE DA NOSSA EQUIPE,QUE BENÇÃO. 

ESTA É A COREOGRAFIA DA REDE DE CRIAÇA,FICOU LINDO.

O TEMA É AMIGO DO PERDÃO, VEJAM SÓ A TURMA DO TEATRO ESBAJANDO TALENTO PARA HONRA E GLÓRIA DO SENHOR JESUS,ALELUIAS.

A IGREJA ESTAVA CHEIA,FOI UM CONGRESSO MUITO ABENÇOADO,OBRIGADO JESUS.

ESTE MOMENTO FOI UM MOMENTO MARAVILHOSO,SENTIMOS A UNÇÃO E A PRESENÇA DO ESPIRITO SANTO DE DEUS,DOCE PRESENÇA DO ESPIRITO SANTO DE DEUS, QUE JAMAIS FALTE O ÓLEO SOBRE NOSSA CABEÇA.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Missões Urbanas - A responsabilidade da Igreja



O contexto social
 
Os grupos urbanos diferenciam-se pelas formas próprias de expressão,
ou seja, por suas ideologias político-sociais, pelas músicas, vestimentas,
linguagens, inclinações religiosas ou anti-religiosas. Para atendermos melhor
o processo de evangelização dos grupos urbanos, se faz necessário entender
conceitos como contra cultura e cultura de massa, como influenciaram e
modificaram o estilo de vida das pessoas nas últimas décadas. Para entender
o homem é necessário compreender a sua história. O homem é a conseqüência
da evolução de fatos e sugestões que formaram seus pensamentos,
costumes e culturas. Hoje encontramos nas grandes cidades diversos grupos
étnico-linguísticos, alguns denominados "tribos urbanas", "alternativos",
"movimento Underground" e é neste meio que encontramos pessoas feridas,
amarguradas, presas a vícios, com seus sonhos roubados, identidades trocadas
e na maioria das vezes vivendo neste contexto à maioria às vezes inconscientes.
Percebemos que o cenário underground tem crescido cada vez mais...
 
A responsabilidade social da Igreja
 
“Vendo Pilatos que nada conseguia, antes, pelo contrário, aumentava o tumulto,
mandando vir água, lavou as mãos perante o povo, dizendo: Estou inocente do
sangue deste justo; fique o caso convosco” Mt 27.24
 
O que cristãos têm a ver com os problemas dos centros urbanos?
Por que devem os cristãos se envolver com o social?

No final das contas, existem duas atitudes que eles podem adotar com relação
ao mundo. Uma é a fuga, outra é o engajamento.

Fugir” significa voltar as costas ao mundo em rejeição, lavar as mãos das coisas
do mundo, mesmo sabendo, como Pilatos , que nem assim desaparece
a responsabilidade, e endurecer o coração aos agonizantes gritos de socorro.

Engajar-se”, por outro lado, significa voltar o rosto para o mundo
em compaixão,
sujar as mãos, sofrer e gastar-se a serviço deste e sentir no fundo do
ser o comovente
e incontido amor de Deus.

Viver dentro da igreja em comunhão uns com os outros é mais conveniente
do que servir em um ambiente externo apático ou mesmo hostil.

Ao invés de tentarmos fugir à nossa responsabilidade social precisamos abrir
os ouvidos e escutar a voz daquele que conclama seu povo em todo tempo a sair.

Missão é a nossa resposta humana à divina comissão. É todo um estilo de
vida cristão, que tanto inclui evangelismo quanto responsabilidade social, sob
a convicção de que Cristo nos envia ao mundo assim como o Pai a ele o enviou.

Por que devem os cristãos se envolver com a responsabilidade social?

1º. O Senhor é Deus tanto da justiça quanto da justificação

“que faz justiça aos oprimidos; que dá pão aos famintos. O SENHOR solta
os encarcerados; o SENHOR abre os olhos aos cegos; o SENHOR levanta
os abatidos; o SENHOR ama os justos; o SENHOR guarda os estrangeiros;
ampara o órfão e a viúva, mas transtorna o caminho dos ímpios”. Sl 146.79

2º. O Senhor nos envia como o Pai O enviou – Jo 20.21

“Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder,
o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos
do diabo, porque Deus era com ele” At 10.38

Se a missão cristã é para ser modelada pela missão de Cristo, ela certamente
implicará — assim como Ele o fez — 1penetrarmos no mundo das pessoas.
Isto significa entrar no mundo dos seus pensamentos, da sua tragédia e solidão,
a fim de compartilhar Cristo com eles lá onde eles estão.

Significa disposição para renunciar a conforto e à segurança de nossa própria
formação cultural, a fim de nos doarmos em serviço a indivíduos de outra cultura,
de cujas necessidades quem saber jamais tenhamos conhecimento ou experiência.

3º. Não se deve separar fé de amor

Ao caminharmos pelas Escrituras, podemos ver em todos os apóstolos a mesma
ênfase na necessidade de obras de amor.

Tg 2.17,18 - fé sem obras é morta.

1 Jo 3.17 – aquele que tem recursos, deve repartir com quem não tem.

Tt 2.14 – somos um povo zeloso de boas

Ef 2.10 – Fomos criados para boas obras

Gl 5.6 – a única coisa que tem valor é a fé que atua pelo amor

Portanto, temos a surpreendente seqüência de fé, amor e serviço;
a verdadeira fé se expressa pelo amor, o verdadeiro amor se revela
através do serviço.

Fé salvadora e amor salvador caminham lado a lado; onde quer que
um deles falte faltará também o outro. Nenhum deles pode subsistir sozinho.

Que faremos diante dos desafios das nossas metrópoles? Lavaremos
nossas mãos como Pilatos, tentando nos isentar da responsabilidade
frente a um mundo não apenas sem salvação, mas sem pão, sem roupas,
sem casa, sem esperança?

Busquemos o equilíbrio bíblico em nossas igrejas – ofereçamos
ao mundo perdido o Pão vivo que desceu do céu – JESUS, sem,
no entanto nos esquivarmos da ordem de Jesus a multidão faminta –
“dai-lhes vos mesmos de comer” 
(Lc 9).
Fonte: http://www.montesiao.pro.br/estudos/missoes/missoes_urbanas.html
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Janela 10/40

Missões

Janela 10/40


 
 
Segue-se abaixo algumas informações sobre o mundo atual. Essas informações servirão como um ponto de partida para você que está começando a se envolver com missões. Creio também que poderá lhe ajudar a ter uma visão maior do Reino de Deus, que não está limitado àquilo que vemos e sentimos.
A visão de Deus é Universal. Para entendê-la melhor é necessário conhecer a necessidade do mundo, pois Jesus veio para salvar o que se havia perdido.
Então, o que está perdido e o que precisa ser encontrado? O que precisamos fazer para mudar esse triste quadro? Que quadro? O mundo atual. Pense reflexivamente sobre isso.
 
Janela 10/40

É a região entre o Atlântico e o Pacífico, e entre os paralelos 10 e 40 de latitude norte, onde vive a maior população mundial com menos oportunidade de ouvir o evangelho.

Os países são:
  

- ÍNDIA Evangélicos 1%
- MAURITÂNIA Evangélicos 0 %
- SUDÃO Evangélicos 3%
- AFEGANISTÃO Evangélicos 0,02%
- JAPÃO Evangélicos 3%
- GUINÉ-BISSAU Evangélicos 1,2%
- KUWEIT Evangélicos 0,5 %
- BANGLADESH Evangélicos 0,2 %
- BUTÃO Evangélicos 0,03 %
- ARÁBIA SAUDITA Evangélicos 0,007%
- GUINÉ Evangélicos 0,75 %
- TAILÂNDIA Evangélicos 0,3 %
- NIGER Evangélicos 0,1 %
- KIRGHIZISTÃO Evangélicos 0,003 %
- IRÃ Evangélicos 0,05 %
- BUKINA-FASO Evangélicos 3 %
- MALI Evangélicos 0,9 %
- AZERBAIDJÃO Evangélicos 0,003 %
- BENIM Evangélicos 2 %
- INDONÉSIA Evangélicos 6 %
- LAOS Evangélicos 1,9 %
- SAARA OCIDENTAL Evangélicos 0%
- EGITO Evangélicos 0,8 %
- UZBKISTÃO Evangélicos 0,001 %
- NEPAL Evangélicos 0,5 %
- EMIRADOS ÁRABES Evangélicos 0,7 %
- ALBÂNIA Evangélicos 5 %
- MARROCOS Evangélicos 0,01 %
- IRAQUE Evangélicos 0,5 %
- SRI LANCA Evangélicos 0,9 %
- ISRAEL Evangélicos 0,35 %
- TADJIKISTÃO Evangélicos 0,001 %
- CHINA Evangélicos 4 %
- DJIBUTI Evangélicos 0,03 %
- LEMEN Evangélicos 0,01 %
- VIETNÃ Evangélicos 0,6 %
- FORMOSA Evangélicos 3 %
- BAHREIN Evangélicos 1,5 %
- BRUNEI Evangélicos 0,06 %
- LÍBANO Evangélicos 4,3 %
- CATAR Evangélicos 0,007 %
- TURKOMENISTÃO Evangélicos 0,001 %
- ETIOPIA Evangélicos 10 %
- BISMÂNIA Evangélicos 4%
- TIBET Evangélicos 0,02 %
- ARGÉLIA Evangélicos 0,01 %
- LÏBIA Evangélicos 0,1 %
- MALÁSIA Evangélicos 2 %
- OMÃN Evangélicos 0,1 %
- CAZAQUISTÃO Evangélicos 0,004 %
- TUNÍSIA Evangélicos 0,001 %
- CAMBOJA Evangélicos 0,05 %
- TURQUIA Evangélicos 0,03 %
- CORÉIA DO NORTE Evangélicos 0,5 %
- SOMÁLIA Evangélicos 0,01 %
- PAQUISTÃO Evangélicos 0,5 %
- NIGÉRIA Evangélicos 17 %
- MALDIVAS Evangélicos 0,1 %
- JORDÂNIA Evangélicos 0,4 %
- SENEGAL Evangélicos 0,1 %
- SIRIA Evangélicos 0,1 %
- MONGÓLIA Evangélicos 0,1 %.

Creio que a busca de recursos e estratégias para alcançar os países da Janela 10/40 seja um dos assuntos mais abordados pelas igrejas, agências missionárias e organizações que se interessam em fazer parte da grande comissão.
 
Chamamos essa região de Janela 10/40, porque está localizada entre os paralelos 10/40 do globo terrestre, um espaço comparado a uma janela retangular, que se estende desde o oeste da África até o leste da Ásia. Os países dessa região são considerados o “Cinturão da Resistência”, ou seja, um número expressivo de povos não alcançados pelo evangelho. Ao todo são 62 países localizados na Janela 10/40. O maior desafio missionário dos últimos tempos. Para você que está iniciando um departamento missionário em sua igreja é necessário conhecer um pouco dessa realidade.
 
É justamente nessa região onde acontece o maior número de guerras e tragédias no mundo. Lá também, está o maior índice de analfabetismo e mortalidade infantil. Ali está o berço do mundo, onde há três religiões que crescem muito: Budismo, Islamismo e Hinduísmo.
 
Por isso, estarei focalizando, no último capítulo deste livro, as necessidades dos países da Janela 10/40, com algumas estatísticas recentes sobre o número de cristãos, índice de analfabetismo, mortalidade infantil, renda per capita e outras. A fim de que você possa conhecer um pouco da realidade do mundo atual e através dessas informações mobilizar sua igreja para orar mais detalhadamente por esses países.
 
As três religiões da Janela 10/40

Budismo, Islamismo e Hinduísmo são as três religiões que mais crescem nesses países. Religiões que anualmente têm matado milhares de pessoas e adeptos, por causa das facções existentes entre eles mesmos e da perseguição causada contra os cristãos residentes nessas áreas de risco. Ali ter a liberdade de expressão e adorar ao Deus verdadeiro é quase uma blasfêmia contra as ideologias pregadas pelos líderes dessas religiões. Vejamos abaixo um pouco sobre os fundamentos dessas religiões.
 
BUDISMO
Foi fundado na Índia, por volta do século VI a.C. por um pregador chamado Buda. Em várias épocas, o budismo tem sido a força religiosa, cultural e social dominante na maior parte da Ásia, especialmente na Índia, na China, no Japão, na Coréia, no Vietnã e no Tibet. Em cada região, o budismo combinou-se com elementos de outras religiões, como o hinduísmo e o xintoísmo. Atualmente, o budismo tem cerca de 613 milhões de adeptos no mundo. A maior parte deles vive em Sri-Lanka, nas nações do interior do Sudeste da Ásia e no Japão.
As Crenças do Budismo
 
Todos os budistas têm fé em:
1 - Buda;
2 - Em seus ensinamentos, chamados de “Darma”;
3 - Na comunidade religiosa que ele fundou, chamada “Sanga”.
 
Os budistas chamam Buda, Darma e Sanga de os Três Refúgios ou as Três Jóias.
 
BUDA - Nasceu por volta de 563 a.C. no Sul do Nepal. Seu nome verdadeiro era Sidarta Gautama. Era membro de uma rica e poderosa família real. Com cerca de 29 anos, Gautama convenceu-se de que a vida estava cheia de sofrimento e tristeza. Essa convicção o levou a abandonar a esposa e o filho recém-nascido, e procurar a iluminação religiosa como monge viajante. Depois de percorrer o nordeste da Índia por aproximadamente seis anos, Guatama teve a iluminação. Ele acreditou ter descoberto a causa de a vida estar cheia de sofrimento e como o homem poderia escapar dessa existência infeliz. Após outras pessoas terem tomado conhecimento de sua descoberta, passaram a chamá-lo de Buda, que significa "o iluminado".
 
Islamismo
A palavra Islamismo significa submissão a Deus, e muçulmano é aquele que segue as leis islâmicas. A revelação do islamismo foi dada a Maomé, que é reverenciado pelos muçulmanos como o maior profeta. Maomé não é apenas um nome, mas um título - “Aquele que é adorado”.
A vida de Maomé
Maomé nasceu em 570 d.C., em Meca, uma cidade da Arábia. Seu pai morreu antes do seu nascimento. Era membro do clã Hashim e de uma poderosa tribo Quraysh. A mãe de Maomé morreu quando ele tinha apenas seis anos de idade. Maomé foi viver com o avô, que era guardião de Ka’aba. Tristemente, dois anos depois, seu avô também morreu e desde a idade de 8 anos Maomé foi criado por seu tio, Abul Talib, que era um mercador nas rotas de camelos mercantes.
Cresceu durante uma época de insegurança econômica e descontentamento com as diferenças entre os muito ricos e os pobres. A adoração a deuses pagãos era muito comum na Arábia. Estima-se que existiam cerca de 360 deuses a serem aplacados, com mais de 124.000 profetas conhecidos. Consta nos arquivos da história muçulmana que, desde menino, Maomé detestava a adoração aos ídolos e que levava uma vida moral pura.
 
Maomé foi empregado por Khadija, uma rica viúva, para administrar a caravana mercante. Ficou conhecido como “Al-Amin” , o “Digno de Confiança”, e foi um proeminente membro da associação mercante de Meca.
 
Aos 25 anos casou-se com Khadija com quem teve 6 filhos; todos morreram, menos a filha caçula - Fátima. Maomé e Kahadija ficaram casados 25 anos. Mais tarde, depois da morte de Khadija, Maomé aprovou a poligamia e casou-se com várias mulheres.
Aos 40 anos, ficou muito preocupado com a situação de seus compatriotas e gastou muito de seu tempo em meditação sobre assuntos religiosos. Durante sua vida, Maomé conheceu muitos cristãos, sacerdotes e judeus. Muitas vezes, buscou conselho de um monge jacobino que lhe ensinou vários aspectos dos costumes religiosos judaicos.
Durante o mês de Ramadam, Maomé retirava-se para uma caverna na encosta do Monte Hira, a três milhas de Meca. Foi durante uma dessas ocasiões, que ele começou a receber revelações e instruções que acreditava serem do arcanjo Gabriel. Estes escritos formam a base do Alcorão.
Junto com o Alcorão, há o livro de Hadiths. Nele contém os ensinos de Maomé, e é tão importante quanto o Alcorão em todas as áreas da vida do muçulmano.
 
Maomé declarou que o Alcorão era a revelação final e superior do único e supremo Deus. Proibiu a adoração aos ídolos e ensinou que a vida do muçulmano deve ser completamente submissa a Alá, com abluções rituais antes das cinco orações diárias, voltados para Meca. A sexta-feira tornou-se o dia separado para adoração conjunta na mesquita.
 
Hinduísmo
A origem do hinduísmo se encontra num sincretismo que vem a ser um confronto entre o hinduísmo e o islamismo, e inaugura uma nova fase no desenvolvimento religioso na Índia. É resultante de tentativas de fusão das religiões dominantes, trazidas para a Índia há mais de três mil anos, por povos cuja origem é incerta e cujas crenças já existiam.
 
O hinduísmo prega a existência de um número imenso de deuses, embora considere Brama o primeiro grande deus, de onde provêm outros milhares de deuses. Quanto à origem dos seres e do próprio Brama, segundo o ensinamento do hinduísmo, havia antes um mundo submerso na escuridão; sem atributos, imperceptível ao raciocínio, não revelado e como que entregue inteiramente ao sono. Além de Brama existem Sirva e Vishnu, os quais formam a trindade hindu.
 
No hinduísmo, a natureza dos deuses é muito variável, isto é, determinado deus pode ser bondoso ou favorável numa circunstância e violento e cruel em outra. Vishnu é tido como conservador e Sirva como destruidor, podendo ambos tomar formas diferentes e terríveis. Em relação aos animais, as crenças hinduístas são complexas: a vaca sem exceção das diferentes seitas, é considerada sagrada, não pode ser morta nem comida.

O rato, por exemplo, é considerado deus e come comida suficiente para alimentar toda a população do Canadá.
Até o começo deste século, alguns ramos do hinduísmo ofereciam aos deuses sacrifícios humanos.
 
Viver é sofrer - Sentimento idêntico ao do budismo - e deixar de viver é alcançar a paz eterna do nirvana, contínuo renascer; para muitos hinduístas há uma lei fatal, a lei do Karma (destino). Hoje existem cerca de 716 milhões de hindus no mundo e eles possuem estratégias como: meditação transcendental, yoga, pensamento nova era e krishna.
 
Diante dessa tão triste realidade, cabe a nós como igreja nos levantarmos para fazer algo por tanta gente que tem vivido debaixo do jugo de satanás através das religiões, que não seguem o termo original da palavra: religar. Mas ao contrário disso, distancia a raça humana de Deus. Como igreja temos a função restauradora de trazer de volta o relacionamento do homem com Deus. Para isso, precisamos saber como se encontra o homem e como podemos nos posicionar, levantar e fazer um trabalho de adoção daqueles que são órfãos espirituais, ou melhor, daqueles que precisam conhecer o verdadeiro amor de Deus.


 
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Como Elaborar Esboços e Sermões

Sermões

Como Elaborar Esboços e Sermões
Os esboços de pregação não têm uma forma rígida. Podem variar muito, mas aqui vão algumas dicas que podem servir como base para sua elaboração.
A estrutura do esboço é a mesma da pregação. O esboço será então um roteiro para o pregador não se perder durante a pregação, ou mesmo para não se esquecer dos pontos mais importantes da mensagem. Em outras palavras, é um mapa com alguns pontos de referência.
Em resumo, o esboço PODERÁ ter:
1- Tema da mensagem
2- Texto base
3- Introdução
4- Tópico 1
5- Tópico 2
6- Tópico 3
- Ilustração (?)
7- Conclusão
Vamos analisar cada parte.
Tema da mensagem - É o titulo do assunto a ser tratado, ou o nome da mensagem. Em alguns casos a gente fala o titulo na hora da pregação, outras vezes não é necessário. Mas, no esboço a gente coloca. É bom para se ter um rumo determinado na mensagem e também facilitar depois a escolha de um esboço entre muitos que a gente tem guardado. Quem vai pregar deve ter claro o assunto que vai ser tratado. Não basta escolher um versículo e subir ao púlpito. Isso pode ate acontecer, e Deus pode usar, mas não deve ser a regra. Pode ser que o pregador comece a falar sobre um assunto e dali mude para outro e para outro, e, no fim, não passou nada de consistente. Então, vamos escolher um tema definido. Por exemplo: "A vinda de Cristo ao mundo" é o titulo de uma mensagem evangelística.

Texto base: Toda pregação precisa ter um texto bíblico como base. Este é o fundamento que vai dar autoridade a toda a mensagem. Normalmente, o texto é pequeno: 1 versículo ou 2, ou 3. Raramente se deve utilizar um capitulo todo. Só quando o capitulo estiver todo relacionado ao mesmo assunto. Se eu for falar sobre a oração do Pai Nosso, não preciso ler todo o capitulo 6 de Mateus. No caso do nosso exemplo (A vinda de Cristo ao mundo), usaremos o texto de I Timóteo 1.15:
"Fiel é esta palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal."
Introdução: É o início da pregação. Existem inúmeras maneiras de se começar uma pregação. Por exemplo: "Nesta noite, eu gostaria de compartilhar com os irmãos a respeito do assunto tal..." ou "No texto que acabamos de ler, temos as palavras de Paulo a respeito da vinda de Cristo ao mundo." Para muitas pessoas, a primeira frase é a mais difícil. Apesar de muitas alternativas, o ideal é que a introdução seja algo que prenda logo
a atenção dos ouvintes, despertando-lhes o interesse para todo o restante da mensagem. Pode-se então começar com uma ilustração, um relato interessante sobre algo que esteja relacionado com o assunto da pregação. Um outro recurso muito bom é começar com uma pergunta para o auditório, cuja resposta será dada pelo pregador durante a mensagem. Se for uma pergunta interessante, a atenção do povo esta garantida até o final da palestra. Voltando ao nosso exemplo, poderíamos começar a mensagem perguntando: "Você sabe para que Jesus veio ao mundo? Nossa mensagem desta noite pretende responder a essa pergunta tão importante para todos nós."
Tópicos - Os tópicos são as divisões lógicas do assunto, ou a divisão mais lógica possível. Por exemplo, se o titulo da minha mensagem for "O Maior Problema da Humanidade", eu poderia ter os seguintes tópicos: 1- a corrupção da humanidade; 2 - as conseqüências do pecado; 3 - a solução divina para o homem. A divisão em três tópicos é aconselhável por ser um numero pequeno, de modo que o povo tenha facilidade de acompanhar o raciocínio do pregador, sem perder o fio da meada. Podemos ate mudar esse numero, mas o resultado pode ser uma mensagem complexa. Os tópicos devem ser organizados numa ordem que demonstre o desenvolvimento natural do tema, de modo que os ouvintes vão sendo levados a compreender gradualmente o assunto até a conclusão.

Em algumas mensagens, os tópicos podem ser argumentos a favor de uma idéia que se quer defender com o sermão. Será bom se eles estiverem organizados de maneira que os mais interessantes ou mais importantes sejam deixados por ultimo, de modo que, a mensagem vai se tornando cada vez mais significativa, mais consistente e mais interessante a cada momento ate chegar à conclusão. Se você usar seu melhor argumento logo no inicio, sua mensagem ficara fraca no final.
Em alguns casos, o próprio texto bíblico já tem sua própria divisão, que usaremos para formar nossos tópicos. O texto de I Timóteo 1.15 é assim.

Dele tiramos os seguintes tópicos:

1 - Jesus veio ao mundo - Falar sobre a aceitação geral da vinda de Jesus. Todos crêem que ele veio.
2 - Para salvar os pecadores - Falar sobre diversas idéias que as pessoas tem sobre o objetivo da vinda de Cristo, e qual foi sua real missão.
3 - Dos quais eu sou o principal - Falar sobre a importância do reconhecimento do pecador para que a obra de Cristo tenha eficácia em sua vida.
Um outro exemplo de divisão natural é João 3.16:
1 - Deus amou o mundo. Falar sobre o amor de forma geral e sobre o amor de Deus.
2 - Deu o seu Filho Unigênito - O amor de Deus em ação. Deus não ficou na teoria.
3 - Para que todo aquele que nele crê não pereça mas tenha a vida eterna - O objetivo da ação de Deus.
Esse versículo é riquíssimo. Podemos elaborar varias mensagens dentro dele. É importante prestarmos atenção a esse detalhe. Se, de repente, tivermos um entendimento muito profundo de um versículo, é melhor que elaborar mais de um sermão, do que tentar colocar tudo em um só, fazendo um sermão muito longo ou complexo, principalmente quando o texto permitir vários ângulos de abordagem, ou contiver mais de um assunto. Uma duração ideal para um sermão é trinta minutos. Quarenta, só em casos especiais. Já um estudo bíblico pode durar uma hora. Logicamente, o Espírito Santo pode quebrar esses limites, mas creio que ele não faz isso com freqüência.

Ilustrações - Ilustrações são ditados, provérbios (não necessariamente os de Salomão) ou pequenas histórias que exemplificam o assunto da mensagem ou reforçam sua importância. Como alguém já disse, as ilustrações são as "janelas" do sermão. Por elas entra a luz, que faz com que a mensagem se torne mais clara, mais compreensível. Muitas vezes, os argumentos que usamos podem ser difíceis, ou obscuros, mas, quando colocamos uma ilustração, tudo se torna mais fácil para o ouvinte. Existem muitas historinhas por aí que não aconteceram de fato e são usadas para ilustrar mensagens. Não há problema em usá-las. Podem ser comparadas às parábolas bíblicas. Entretanto, é importante que o pregador diga que aquilo é apenas uma ilustração. As ilustrações são muito importantes, porque despertam o interesse dos ouvintes, eliminam as distrações e ficam gravadas na memória. Pode ser que, na segunda-feira, os irmãos não se lembrem de muita coisa do sermão de domingo, mas será bem mais fácil lembrar das ilustrações, dos casos contados como exemplo, e, juntamente com essa lembrança, será também lembrado um importante ensinamento. No exemplo da mensagem de I Timóteo, poderíamos usar uma ilustração no tópico 3, mencionando que um doente precisa reconhecer sua doença para ser curado, ou contando um curta historia sobre um doente que reconheceu ou não sua doença. Não é obrigatório o uso de ilustrações no sermão. Se não tiver nenhuma, paciência. Às vezes, os próprios relatos bíblicos já ilustram muito
bem os assuntos que abordamos. Outro detalhe a se observar: não é bom usar muitas ilustrações na mesma mensagem, pois a mesma perderia sua consistência e seria mais uma coleção de contos. Como dissemos, ilustração é luz, e luz demais pode ofuscar a visão.

Conclusão - A conclusão será o ápice da mensagem, o fechamento. Não basta fazer como aquele pregador que disse: "Pronto! Terminei." A conclusão é a idéia ou conjunto de idéias construídas a partir dos argumentos apresentados no decorrer da mensagem. Nesse momento pode-se fazer uma rápida citação dos tópicos, dando-lhes uma "amarração" final. Nessa parte, normalmente se convida para o posicionamento dos ouvintes em relação ao tema. Ainda não é o apelo. O pregador incentiva as pessoas a tomarem determinada decisão em relação ao assunto pregado. Depois desse incentivo, dessa proposta, o assunto está encerrado e pode-se fazer o apelo, se for o caso, e/ou uma oração final. No caso do nosso exemplo (A vinda de Cristo ao mundo), poderíamos concluir convidando os ouvintes a reconhecerem sua condição de pecadores, para que o objetivo da primeira vinda de Cristo se concretize na vida de cada um. Para fechar bem podemos encerrar dizendo que Cristo vira outra vez a este mundo para buscar aqueles que tiverem se rendido ao evangelho.
O esboço deve ser o menor possível. Pode-se, por exemplo, usar uma frase para cada parte. Pode haver determinado tópico representado por uma única palavra. O esboço é o "esqueleto" da mensagem. Coloca-se o que for suficiente para lembrar ao pregador o conteúdo de cada divisão. Se uma palavra ou uma frase não forem suficientes, pode-se
colocar mais, mas com o cuidado de não se elaborar um esboço muito grande, de modo que o pregador poderia ficar perdido no próprio esboço na hora de pregar. Então, o recurso que deveria ser útil torna-se um problema. Opcionalmente, o pregador pode fazer o esboço, bem pequeno e, em outro papel, fazer um resumo da mensagem. No púlpito, só o esboço será usado. O destino do resumo será o arquivamento. Em outra ocasião, quando o pregador for usar o mesmo sermão, o resumo será muito útil. Se ele tiver
guardado apenas um esboço muito curto, este poderá não ser suficiente para lembrá-lo de todo o conteúdo de sua mensagem.
Eis aqui o esboço que construímos durante essa explicação:
Introdução: Você sabe para quê Jesus Cristo veio ao mundo?
Tópico 1 - "Jesus veio ao mundo" - Falar sobre a aceitação geral da vinda de Jesus. Todos crêem que ele veio (ate os ímpios).
Tópico 2 - "Para salvar os pecadores" - Falar sobre diversas idéias que as pessoas tem sobre o objetivo da vinda de Cristo. Fundar uma religião? Dar um golpe de estado? Ensinar uma nova filosofia de vida? Qual foi sua real missão? Salvar os pecadores.

Tópico 3 - "Dos quais eu sou o principal" - Falar sobre a importância do reconhecimento do pecador para que a obra de Cristo tenha eficácia em sua vida.

Ilustração: O doente precisa reconhecer sua doença.
Conclusão : Uma idéia clara sobre o objetivo da vinda de Cristo. Um reconhecimento pessoal da condição de pecado. Aceitação de Cristo como Salvador.

A PREGAÇÃO 
É aconselhável que o pregador faça um curso de oratória. Entretanto, mesmo não se podendo fazê-lo, o talento e a prática podem desenvolver bastante as habilidades de quem fala em público. A observação de outros pregadores, as críticas construtivas dos ouvintes e algumas dicas de pessoas experientes no assunto poderão ser muito úteis.

Vão aqui algumas considerações sobre a pregação:

1 - O domínio do assunto a ser falado é o princípio da segurança do orador. Portanto, estude bem o assunto com antecedência.
2 - Ao falar, evite ficar andando de um lado para outro. Isso cansa as pessoas. O orador pode andar mas não o tempo todo.
3 - Evite repetições excessivas de frases ou palavras. Por exemplo, algumas pessoas falam o "né" no fim de cada frase. Isso cansa e desvia a atenção de quem ouve.
4 - Para não se perder, use um esboço com algumas frases ou palavras que vão ajudá-lo na seqüência da palestra ou pregação. Porém, não é aconselhável que se escreva toda a mensagem para se ler na hora. Isso torna a palestra monótona. Escreva apenas algumas frases norteadoras.
5 - Ao falar não fique olhando apenas em uma direção ou apenas para uma pessoa. Procure ir dirigindo seu olhar para as várias pessoas no auditório.
6 - Falar corretamente é fundamental. Se houver algum problema nesse caso, procure fazer um curso de língua portuguesa. Os termos chulos e as gírias não são admitidos na pregação.
7 - O outro extremo também é problemático. Procure não utilizar palavras muito difíceis, a não ser que esteja disposto a também explicar o significado. O uso de termos complexos ou estrangeiros demonstra erudição do orador mas pode inutilizar a mensagem se os ouvintes não forem capazes de compreendê-la.
8 - O uso de gestos é bom mas deve ser praticado com moderação e cuidado. Não use gestos ofensivos. Não use gestos que não combinem com o assunto. Imagine que alguém esteja falando sobre a ceia do Senhor e ao mesmo tempo pulando ou batendo palmas. Não combina.
9 - O tom de voz também é importante. É bom que seja variado. Se você falar o tempo todo com voz suave, o povo poderá dormir. Se você gritar o tempo todo, talvez as pessoas não vão querer ouvi-lo novamente. O tom de voz deve acompanhar o desenvolvimento do assunto, apresentando ênfase e volume nos pontos mais importantes, nos apelos ou nas conclusões que se quer destacar. O falar suave e o falar alto e enfático devem ocorrer alternadamente para não cansar o ouvido do público.
10 - Em se tratando de sermões sobre temas bíblicos, é fundamental que o pregador tenha orado antes de falar e que também esteja se consagrando ao Senhor para falar com unção e autoridade.
11 - O nervosismo e a timidez devem ser tratados com a prática. O início é mesmo difícil, mas com o tempo e a perseverança, a segurança vem. Não existe outro caminho. Algumas pessoas aconselham a começar falando sozinho diante do espelho para treinar. Não sei se isso resolve. O certo é que começar com uma platéia pequena é mais aconselhável. O nervosismo será menor. Antes de falar no templo, será melhor começar nos cultos domésticos.
12 - Outro detalhe importante é a duração da palestra. Se for um sermão em igreja, o tempo deve ser de até 30 minutos. Se o assunto for maravilhoso e envolvente, então pode até chegar aos 40 minutos. Estudos bíblicos podem durar 1 hora. Em acampamentos esse tempo pode até se estender um pouco mais. Não existem regras para isso, mas apenas percepções práticas. Esses limites podem variar dependendo do lugar, do propósito, do auditório, e de muitos outros fatores. Mas, de forma geral, esses tempos sugeridos são razoáveis. Se quisermos ir muito além, poderemos cansar muito o auditório e o que passar do limite não será mais captado nem aproveitado pelos ouvintes.
fonte:http://montesiao.pro.br/estudos/sermoes/como_elaborar_sermoes.html

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Escola de Formação de Líderes

Visão Celular

Escola de Formação de Líderes
 
 
A IGREJA formando Líderes de Êxito
O povo do Senhor vive de forma consistente, pratica os ensinos de Jesus Cristo e experimenta as bênçãos do nosso Deus quando, o corpo de Cristo é formado e treinado com base nos ensinos da Palavra de Deus. E como a palavra nos traz que “sem conhecimento o povo perece”, é através do entendimento de que todo homem necessita passar pelo Novo Nascimento em Cristo Jesus e ser ensinado de que maneira pode apropriar-se das bênçãos que Deus reservou para sua vida de forma plena.
Entendemos que cada discípulo que chega ao Reino de Deus é responsável por gerar novos discípulos e vidas salvas. Assim sendo, como um exército bem organizado, acreditamos na necessidade de um treinamento específico para que o Povo de Deus possa compreender plenamente os propósitos eternos do Senhor e caminhe na Terra cumprindo o seu chamado.
Escola de Líderes visa, de forma simples, agrupar e treinar o exército do Deus vivo, não permitindo que o inimigo tenha tempo de amarrar novamente as vidas que perdeu. Assim, depois do pós-encontro o discípulo é enviado à esta escola de líderes para sua solidificação na fé e fortalecimento da visão celular dentro da igreja.
 

ESCOLA DE LÍDERES
Quando fazemos o Encontro e somos apresentados a Deus, transformados pela Sua palavra, somos desafiados a prosseguir nessa caminhada cristã, sendo convidado à participar da Escola de Líderes, ou seja, somos desafiados a dar continuidade naquilo que aprendemos no Encontro para que sejamos líderes eficazes.

A Escola de Líderes é um curso que visa formar líderes de êxito para o Reino de Deus despertando-os para sua liderança. Sua missão é capacitar cada pessoa para que transforme a nossa geração por meio de conhecimento básico dos princípios da vida cristã, bem como os aspectos práticos para o exercício da liderança.

Há uma grande equipe de líderes que trabalham na escola, pessoas altamente capacitadas para a ministração da Palavra. O maior objetivo da mesma é dar início à formação como líder no ministério e, para isso, é necessário entender a proposta da igreja, ou seja, formar líderes capazes de treinar outros líderes; formar líderes com caráter moldado dentro dos princípios da Palavra de Deus; formar líderes inspirados, movidos pelo chamado de Cristo e capazes de alcançar o perdido; incentivar líderes a serem compromissados com o modelo de trabalho da igreja e aliançados com seus Pastores.

Na escola, aprendemos de maneira prática os ensinamentos de Jesus e de como se aperfeiçoar na arte da liderança. É composto de três módulos, sendo um módulo básico, um módulo intermediário e um módulo avançado, com duração de três meses cada, ou seja, o curso dura nove meses.

Mais que transformar vidas, a igreja capacita líderes que anseiam cumprir o seu chamado. “Deus está levantando uma nova geração de líderes comprometidos com a Sua “Grande Comissão”. Precisamos de uma liderança que esteja preparada para influenciar outros na missão de ganhar vidas para o reino, e isso acontece quando aceitamos o desafio de primeiramente passarmos pelo processo proposto pela Escada do Sucesso e depois ajudar outros nestes mesmos passos em busca de caráter de Cristo”.
 
Líderes de células: As pessoas responsáveis pelas células, são chamados Líderes de Células.
Eles devem ser organizados por redes ministeriais e orientados por elas.
Assim teremos as células da Rede de Casais, Rede de Homens, Rede de Mulheres, Rede de Jovens, Rede de Adolescentes e Rede de Crianças.
fonte:

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Hosana - Supernovavida ao vivo

Colocando a disposição de Deus

Jo 4:14 mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna.

Ezequiel 2:1-6 E disse-me: Filho do homem, põe-te em pé, e falarei contigo.
2 Então, quando ele falava comigo entrou em mim o Espírito, e me pôs em pé, e ouvi aquele que me falava.
3 E disse-me ele: Filho do homem, eu te envio aos filhos de Israel, às nações rebeldes que se rebelaram contra mim; eles e seus pais têm transgredido contra mim até o dia de hoje.
4 E os filhos são de semblante duro e obstinados de coração. Eu te envio a eles, e lhes dirás: Assim diz o Senhor Deus.
5 E eles, quer ouçam quer deixem de ouvir (porque eles são casa rebelde), hão de saber que esteve no meio deles um profeta.
6 E tu, ó filho do homem, não os temas, nem temas as suas palavras; ainda que estejam contigo sarças e espinhos, e tu habites entre escorpiões; não temas as suas palavras, nem te assustes com os seus semblantes, ainda que são casa rebelde.

Jo4:14 (mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna).

Tema:Colocando a  disposição de Deus

Para as promessas acontecer em nossa vida é necessário tomar posse do ato Profético, 2011estamos projetando 12 dias,e o nosso rhema o ano aceitável do Senhor, a cada dia um novo milagre.Vamos receber da parte de Deus tudo de bom que ele tem para nós.
Como servos do Deus altíssimo eu preciso buscar a vontade dele para mim, Deus quer nos abençoar e você quer receber?Deus está com uma bandeja de ouro querendo entregar as Bênçãos e se o Senhor de nossa vida.Mas muitos só querem as bênçãos.
Hoje Deus entrega o recado dele através desta palavra vindo direto do seu trono,e eu me sinto honrada e privilegiada por ele.Precisamos dentro  do contexto compreender o que a palavra de Deus quer nos ensinar.

1- 4 atitudes que Ezequiel tomou e nós também precisamos tomar,e esta palavra foi direcionada para Ezequiel ,mais hoje é para nós.
Vs 1- Foi chamado por Deus prontamente atendeu.
fomos chamados por Deus  para fazer a diferença, neste mundo tenebroso,cheio de pecados, pois a palavra de Deus nos fala que somos luz,e temos que dar ouvidos a palavra de Deus.Porém se não ouvirmos e praticarmos a palavra de Deus a carne falará mais alta, e seremos crentes carnais e estarei mais distante das promessas de Deus.
 2-Ele foi revestido por Deus.
Quando somos sensíveis a palavra de deus o Espírito Santo dá uma missão e logo obedecemos, pois o ele vem sobre nós e nos reveste de uma cobertura de coragem e força,pois aqueles que servem ao Senhor podem até enfrentar lutas e tribulações, mas se permanecermos a vitória é certa, aquele que não desiste vence.




3-Ele creu que era um enviado por Deus.
A missão continua em 2011,conquistaremos esta cidade para o senhor Jesus,haverá um mover sobrenatural de Deus sobre esta cidade pois é o ano aceitável do Senhor.Vamos continuar pregando o evangelho e amando as vidas em nome do senhor Jesus.

4-Recebe um novo ânimo para conquistar.
Esse talvez seja um passo largo para conquistar. Tantas vezes estamos prontos para a conquista  e derrepente  dificuldade,frustrações, tribulações batem a nossa porta e tentam nos parar, mais o senhor com as suas mãos poderosas e sua misericórdia nos fortalecem e nos enche de animo e fala conosco não temas eu sou contigo.
Em Jô 14 :7-9
7 Porque há esperança para a árvore, que, se for cortada, ainda torne a brotar, e que não cessem os seus renovos.
8 Ainda que envelheça a sua raiz na terra, e morra o seu tronco no pó,
9 contudo ao cheiro das águas brotará, e lançará ramos como uma planta nova.

Prª Margarida.


Natal, festa pagã ou cristã? - Parte 3

Natal, festa pagã ou cristã? - Parte 3
Cremos que você tem sido edificado com os estudos sobre a origem do Natal. Minha oração é para que seu entendimento continue a receber a luz da Palavra e que sua atitude, diante da revelação bíblica, seja a de se render e se voltar aos princípios que têm sua origem em Jerusalém e não em Roma. Nesta semana, você descobrirá a origem e o significado dos símbolos do Natal.

• Árvores como altares pagãos

A árvore de Natal ressuscita um deus pagão chamado Ninrode e faz reviver Talmuz. No ocultismo ou nas religiões orientais, os espíritos dos antepassados são invocados por meio de uma árvore. A árvore de Natal é um ponto de contato que os deuses gostam. Todo feiticeiro sabe disso, menos a Igreja. Quem tem uma árvore de Natal está legalizando a entrada de guias, orixás e caboclos. Os ocultistas creem que as pessoas são energizadas através das árvores. Nenhum crente coloca conscientemente em sua casa um trono a Baal. O diabo trabalha com ocultismo, por isso muitas de suas insinuações são encobertas, ocultas. Se sabemos que algo é errado, não fazemos. A Enciclopédia Barsa, vol.11, pg. 274, diz:

“A árvore de Natal é de origem germânica, datando do tempo de São Bonifácio. Foi adotada para substituir os sacrifícios ao carvalho sagrado de Odin, adorando-se uma árvore, em homenagem ao Deus-menino.” (Grifos nossos)

A árvore de Natal é um símbolo de consagração, é uma fábula de chamamento de adoração a deuses babilônicos. Os babilônicos consagravam uma árvore aos pés dos deuses e a levavam para casa como aprovação desses mesmos deuses; era o símbolo do deus dentro de casa, porque não se podia fazer a réplica da imagem. Esta árvore estava relacionada a um pinheiro. A música natalina diz: “Pinheirinhos que alegria, sinos tocam noite e dia, é natal que vem chegando, vamos, pois, cantarolando.” Fizeram a música para o pinheiro e quantas vezes cantamos no púlpito! Sabemos que o fizemos por ignorância, mas agora recebemos esclarecimento. O pinheiro faz parte de um ritual de adoração a Ninrode e a Semírames. Com a árvore de Natal dentro da nossa casa, estamos ressuscitando um trono babilônico, dando legalidade para demônios agirem. Leia com muita atenção o texto de Jeremias 10:3-4:

“Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos de um artífice, com machado; com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e martelo o fixam para que não oscile.”

O restante do capítulo mostra a dura exortação que Deus dá ao Seu povo. Por quê? Porque trouxe para dentro de casa um costume de povo pagão. Você quer conservar um costume de povo pagão? Eu sei que não. Então, esteja disposto a continuar em aliança com o Senhor. Essa árvore, segundo o texto, vira um ídolo.

Os seguintes textos trazem luz sobre esse assunto:

“Fez Judá o que era mau aos olhos do Senhor; e, com os pecados que cometeram, o provocaram a zelo, mais do que fizeram seus pais. Porque também os de Judá edificaram altos, estátuas, colunas e postes-ídolos no alto de todos os elevados outeiros, e debaixo de todas as árvores verdes.” (I Reis 14:22-23)

“Destruireis por completo todos os lugares, onde as nações que ides desapossar serviram os seus deuses, sobre as montanhas, e sobre os outeiros, e debaixo de toda árvore frondosa; deitareis abaixo os seus altares e despedaçareis as suas colunas e os seus postes-ídolos queimareis a fogo, e despedaçareis as imagens esculpidas dos seus deuses e apagareis o seu nome daquele lugar.” (Deuteronômio 12:2-3)

“Os filhos de Israel fizeram contra o Senhor seu Deus o que não era reto; edificaram para si altos em todas as suas cidades, desde os atalaias dos vigias até à cidade fortificada. Levantaram para si colunas e postes-ídolos, em todos os altos outeiros, e debaixo de todas as árvores frondosas.” (II Reis 17:9-10)

“De quem chaqueais? Contra quem escancarais a boca, e deitais para fora a língua? Porventura não sois filhos da transgressão, descendência da falsidade, que vos abrasais na concupiscência junto aos terebintos debaixo de toda árvore frondosa, e sacrificiais os filhos nos vales, nas fendas e nos penhascos?” (Isaías 57:4-5)

“Não estabelecerás poste-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do Senhor teu Deus que fizeres para ti.” (Deuteronômio 16:21)

“Sacrificam sobre o cume dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, dos choupos e dos terebintos, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem e vossas noras adulteram.” (Oséias 4:13)

A Bíblia está nos colocando em degraus de revelação. Não podemos manter uma mentira dentro de nós. A história conta que Ninrode teve uma relação com Semírames, sendo que Semírames era a mãe de Ninrode. Deste incesto, nasceu Tamuz, e Semírames continuou virgem. Vocês lembram de alguma história parecida com esta? Para que Tamuz nasceu? Para dizer que sua família estava florescendo como o deserto floresceu. Queria aparecer como flores dentro da sua casa, como se fosse sinais de vida. Assim como eles parecem que morrem, mas ressurgem, eles ressurgem dentro das nossas casas. O que um deus pagão pode oferecer a um cristão?

• Velas

A vela é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais; a vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Dentro das escolas que estudam o paganismo, as velas são chamadas de demônios; é a simbologia de manter os demônios vivos. As velas não têm relação alguma com as luzes do candelabro judaico – Menorah. As velas consagradas a demônios são de base perigosa. Estamos nos referindo às velas dos rituais profanos. Não devemos generalizar ou cair no fanatismo. Você não precisa deixar de usar velas, quando necessário, para alumiar ambientes, ou como decoração.

• Guirlandas

São memorial de consagração. Parece estúpido, mas é verdade. Em grego, é stephano; em latim, corona. Podem ser entendidas como enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, à vitalidade do mundo vegetal, celebração nos esportes, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos. Para tudo isso serviam as guirlandas. Essas coroas verdes que colocávamos nas portas da nossa casa significam um adorno de chamamento e legalidade de entrada de deuses. Elas ficam nas portas porque são as boas vindas, lugar de entrada.

São um símbolo relacionado ao deus Apolo, trazem honra a Zeus, homenageiam a Demeter que em latim é Ceres, ou seja, Semírames, a mãe de Tamuz, mãe e esposa de Ninrode. Era um cerimonial oferecido a Ninrode, Semírames e Tamuz. E onde elas estão? Na porta das casas, das lojas, dos consultórios. Também reproduz a ideia da virgem que dará à luz um filho e essa virgem se apresenta com a guirlanda na sua cabeça e a espiga de milho na sua mão, dando sinal de fertilidade. No Egito, aparece como Ísis e Osíris; na Índia, como Isva e Isvra; na Ásia, como Cibele e Dionísio; em Roma, como Fortuna e Júpiter; na Grécia, como Irene e Plutos; na Babilônia, como Semírames e Ninrode. Todos eles exigiam as guirlandas. Aparecem também como sinal de reverência a Frígio da agricultura, ou seja, Sabázio, um deus a quem os alimentos são consagrados.

Não há uma só conotação em relação ao nascimento de Jesus. A Bíblia nunca anunciou que Jesus pede guirlandas, ou que tenha recebido guirlandas no seu nascimento, porque em Israel já era sabido que fazia parte de um ritual pagão. Só existe uma guirlanda na Bíblia e esta foi feita por Roma, para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Não há outra guirlanda, a não ser esta de espinhos, feita como símbolo de escárnio.

Continua...

Extraído do livro: Babilônia e Roma, a diferença é o nome, do Apóstolo Renê Terra Nova. Adquira seu exemplar na Livraria Semente de Vida, na entrada do Templo.

Natal, Festa Pagã ou Cristã? Parte 2

Natal, Festa Pagã ou Cristã? Parte 2
Estamos estudando sobre a origem do Natal e o significado dos seus símbolos. Na semana passada, vimos que instituir a data de 25 de Dezembro para comemorar o Natal, o nascimento de Jesus, foi uma ideia de Roma, que decidiu cristianizar uma festa pagã já existente, a festa dos solstícios. Hoje você aprenderá, através de citações de grandes enciclopédias, de referências bíblicas e comentários de grandes teólogos, que Jesus não nasceu em Dezembro, mas em Outubro, em plena Festa dos Tabernáculos. Por isso, em vez de ficarmos presos a uma comemoração de origem pagã, vamos aceitar o convite do Senhor e celebrar as Festas Bíblicas.

A Palavra diz que existem as Festas Bíblicas e elas são sete. Não são para ser guardadas como lei, pois Jesus já as cumpriu no seu ato redentivo, embora a igreja cristã creia em Páscoa, Pentecoste e colheita do tempo do fim. Se a Igreja celebra Natal, ela não tem Tabernáculo, ela tem o primeiro dia e não o último. Se a Igreja está presa no primeiro dia, ela não tem o sétimo. Se ela está no sétimo, ela traz Jesus, mas se está no primeiro, precisa passar de novo por todo o caminho dos dias seguintes até chegar ao sétimo. Deus já tem gritado através de Seus Profetas: Estamos no início do sétimo dia. É hora da Igreja celebrar Tabernáculo, porque significa a preparação do caminho do Senhor, e se você prepara o caminho para Ele nascer, não prepara o caminho para Ele voltar.

Natal, segundo a visão de Roma, é prender Jesus na celebração do nascimento e esquecer de Jesus na celebração da volta. É apagar a luz da revelação e do entendimento, e não vislumbrar que Ele está às portas. É centralizar a visão no palpável e esquecer o espiritual, não conseguir contemplar o que Deus está mostrando. Em nenhum momento, a Bíblia manda celebrar o nascimento de Jesus, o Natal e seus adereços. Tudo isso tem uma origem. Roma inseriu veneno no Cristianismo, mas nós temos a missão de fazer resistência.

Tabernáculos é uma preparação por fé, onde caminhamos trabalhando, tirando as pedras, deixando o caminho livre e seguro para que todos possam ver o Rei entrar. Tirar as pedras do caminho é profético (Isaías 41:42-43) para poder estabelecer e anunciar que o Senhor está por vir. Se a Igreja estacionar no nascimento, não terá o retorno, mas nós bradamos que a Igreja já anuncia o retorno do seu Senhor. Jesus disse que a Sua Igreja caminharia por épocas e não por dias, e a época de Tabernáculos é a época de Jesus voltar. O dia e a hora ninguém sabe senão o Pai, mas a época Jesus revelará à Sua Igreja. A Igreja já está dizendo: Baruch Habah B’shem Adonai! Bendito O que vem em nome do Senhor!

Roma disseminou em todas as nações da Terra as mentiras do paganismo. De onde nasceu essa fonte inspirativa? Do Novo Testamento? Do Antigo Testamento? De Jesus? Dos discípulos ou Apóstolos? Não! A inspiração é de uma fonte satânica. O paganismo entrou na Igreja como sinal de aliança, fragilizando a verdadeira aliança com Jesus. O Natal hoje é apenas um culto comercial que rende muito dinheiro. Tudo é motivo para grandes aquisições, mas a exaltação ao Rei dos reis não existe. Nesta época, as vitrines são invadidas por gnomos, que na verdade são demônios que habitam em florestas e árvores. O Natal foi substituído por demônios assumidamente. Não é só uma questão mística, é uma realidade de batalha espiritual. O presente século é confuso e diabólico. Mas nós vamos permanecer firmes.

A Enciclopédia Barsa, vol. 11, pg. 274, fala o seguinte sobre o Natal:

“A data atual foi fixada ao ano 440, a fim de cristianizar grandes festas pagãs realizadas neste dia: a festa mitraica (religião persa que rivalizava com o cristianismo nos primeiros séculos), que celebrava o Natalis Invicti Solis (Nascimento do Vitorioso Sol) e várias outras festividades decorrentes do solstício do inverno, como os saturnalia em Roma e os cultos solares entre os celtas e os germânicos. A ideia central das missas de Natal revela claramente essa origem: as noites eram mais longas e frias, pelo que em todos esses ritos, se ofereciam sacrifícios propiciatórios e se suplicava pelo retorno da luz.” (Grifos nossos)

Esta festa tem uma origem de celebração a falsos deuses “nascidos” na Babilônia, Grécia, Síria, nos países circunvizinhos do Oriente Médio, passando para a Europa, entrando em Roma e na Alemanha. A França comprou a visão, passou para a China e distribuíram para todas as nações da terra como fonte de comércio. Os tronos que foram levantados não para Deus, abriram legalidade para que demônios entrassem. Você não quer demônios em sua casa, não é verdade? O tamanho do altar não importa, a legalidade é aberta do mesmo jeito. Você está disposto a romper com as tradições do paganismo e abraçar a revelação do Pai? Que o seu coração esteja aberto para destruir os altares pagãos da sua vida, em nome de Jesus.

O paganismo insinua que “Maria” foi fecundada pelo “espírito” no dia 24 para 25 de Março, e de 24 para 25 de Dezembro nasceu o que eles chamam de Jesus. Mas essa história tem sua origem na mitologia onde Íris e Osíris tiveram a mesma experiência espiritual. O retrato espiritual é o de um menino que é filho dos deuses, que nasceu em Dezembro, mas este não é o Filho de Deus, não é o Jesus que nós conhecemos. Eles têm Jesus como o deus sol. Isto é simplesmente absurdo e pagão! Adoração dividida Deus não recebe. A Nova Era já admite que muitos “Jesus” já nasceram e que muitos Cristos já se manifestaram.

As antigas civilizações egípcias influenciavam todas as outras nações com a ideologia do deus sol. A festa acontecia em Dezembro, um mês de inverno. Era a festa pagã mais celebrada. Eles ficavam esperando a chegada do sol e, pelo ritual, no dia 24, no Oriente, o sol se abriria, e, então, poderia haver a celebração porque o deus sol havia se manifestado. Este ritual solstício – festa ao deus sol – tem início em 25 de Março e encerra em 25 de Dezembro. Roma adota essa data esperada pelos pagãos, para o nascimento de Jesus; declarou que o Natal seria na viração do dia 24 para 25. O Imperador Aureliano estabeleceu em 275 que todos os fiéis e não fiéis obrigatoriamente comemorassem o Natal na data que foi estabelecida pelas autoridades romanas. Isto se dava com a comemoração da natividade da festa pagã, ou seja, do sol invicto. Todos deveriam participar dessa manifestação festiva, por isso foi oficializada aproximadamente no ano 336 por Constantino.

Quem conhece Israel sabe que 25 de Dezembro é inverno naquela região, e ninguém fica exposto ao tempo. Lucas 2:8 diz que os pastores estavam no campo. Os pastores não ficariam no campo numa noite de inverno. No final de Outubro e início de Novembro, os pastores já não vão mais ao campo, porque já é declarado inverno. Não há pastagem, é inseguro e desconfortante para o rebanho. Roma achou por bem colocar a data de 25 de Dezembro e dizer que Jesus nasceu num frio daquele. Não foi assim. A sabedoria de Deus está sobre nós para discernir o que é sagrado e o que é profano.

Na época do nascimento de Jesus, José e Maria estavam ascendendo a Jerusalém. Qual é o judeu que ascende a Jerusalém em Dezembro? Em Dezembro só existe uma festa que é a festa dos Macabeus, conhecida como Festa das Luzes. Eles subiam, porque Maria era da descendência de Davi e era decreto que os descendentes de Davi todos os anos subissem a Tabernáculos para celebrar. Havia dois eventos especiais: a Festa dos Tabernáculos e o aniversário de Jerusalém. No caminho, em Belém, Jesus nasceu porque isto era profético (Miquéias 5:2). Mas não foi em Dezembro, não foi na festa ao deus sol. Quando Jesus nasceu, segundo a história, provavelmente era a Festa dos Tabernáculos. Todos fatos apontam para este contexto. Anualmente os judeus ascendiam a Jerusalém para adorar o Senhor. Eles vinham a Jerusalém três vezes ao ano, nas festas do Senhor.

O Dr. Russell Shedd tece o seguinte comentário ao explanar acerca do texto de Levítico 23:34:

“Esta primeira descrição da Festa dos Tabernáculos, vv 34-36, nos indica também o primeiro cumprimento do seu significado: é a vinda do Senhor Jesus Cristo para morar entre os homens. Pois Jesus não podia ter nascido em Dezembro, que é um mês de neve em Jerusalém, durante o qual nenhum rebanho estaria nos campos (Lc. 2: 8-11). Que, provavelmente, nasceu na época da Festa dos Tabernáculos, em Outubro, pode ser calculado assim: Zacarias exercia seu turno em julho (Lc. 1:5,8) por ser do turno de Abias, o oitavo turno do ano eclesiástico que começava em Março (I Cr. 24:10). Foi o mês da concepção de João Batista, Lc. 1:23-24, que nasceu, pois em abril do ano seguinte. Jesus nasceu seis meses mais tarde, Lc. 1:26, portanto em plena Festa dos Tabernáculos.” (Grifos nossos)

Agora que o seu entendimento recebeu luz sobre a origem do Natal, prepare-se para estudar, a partir da próxima semana, sobre os símbolos desta festa pagã.

Extraído do livro: Babilônia e Roma, a diferença é o nome, do Apóstolo Renê Terra Nova. Adquira seu exemplar no SV Brasil. www.svbrasil.com.br